A Argentina fez o terceiro ataque contra a nuvem de gafanhotos perto da fronteira com o Brasil no domingo (28).
O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) postou no Twitter vídeos da operação e técnicos dizem que a população dos insetos está diminuindo.
Em um dos vídeos postados é possível ver um dos técnicos usando um produto químico diminuir ainda mais a população de gafanhotos na região, além de garantir que a equipe vai continuar monitorando os insetos.
Na última semana, os gafanhotos se tornaram um grande problema para a região rural da Argentina, com uma nuvem de até 40 milhões de insetos se deslocando pela área.
Os ataques anteriores da Argentina mataram 15% da população de gafanhotos na nuvem, segundo informações do Sindicato das Empresas de Aviação Agrícola do Brasil (Sindag), que garante que o país tem aeronaves prontas para combater os insetos, caso eles cruzem a fronteira.
Existia um grande risco dos gafanhotos chegarem até o Brasil pela fronteira com o Rio Grande do Sul, mas a frente fria que chegou no país durante o final de semana pode manter os insetos longe, já que eles preferem climas quente.
Com informações do Portal R7.
O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) postou no Twitter vídeos da operação e técnicos dizem que a população dos insetos está diminuindo.
Em um dos vídeos postados é possível ver um dos técnicos usando um produto químico diminuir ainda mais a população de gafanhotos na região, além de garantir que a equipe vai continuar monitorando os insetos.
Na última semana, os gafanhotos se tornaram um grande problema para a região rural da Argentina, com uma nuvem de até 40 milhões de insetos se deslocando pela área.
Os ataques anteriores da Argentina mataram 15% da população de gafanhotos na nuvem, segundo informações do Sindicato das Empresas de Aviação Agrícola do Brasil (Sindag), que garante que o país tem aeronaves prontas para combater os insetos, caso eles cruzem a fronteira.
Existia um grande risco dos gafanhotos chegarem até o Brasil pela fronteira com o Rio Grande do Sul, mas a frente fria que chegou no país durante o final de semana pode manter os insetos longe, já que eles preferem climas quente.
Com informações do Portal R7.


/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/K/g/lAjtHVSASWYieI3Y329Q/cepis-2.jpg)
































