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| Foto Reprodução/Arquivo Pessoal. |
As buscas pela psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, desaparecida no início de março no Reino Unido, chegam ao 14º dia nesta terça-feira (17), enquanto a família ainda aguarda dados telefônicos e bancários capazes de auxiliar no caso.
A quebra de sigilo do aparelho de Vitória, assim como das movimentações bancárias possivelmente feitas por ela, foi autorizada, ainda na última quinta-feira, no Judiciário, segundo confirmação do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).
Diante da decisão, familiares da psicóloga, assessorados por uma advogada, entraram em contato com as empresas responsáveis para obtenção dos dados. Entretanto, até esta terça (17), nenhum retorno foi registrado.
"A advogada conseguiu a liminar com o TJCE e entrou em contato com as empresas ainda na última na sexta-feira, então esperávamos ter algo já na segunda, por exemplo, mas ainda não recebemos nada", confirmou Liliane ao Diário do Nordeste.
Segundo ela, os dados já haviam sido solicitados à Interpol e à Polícia de Essex, órgãos que reforçaram que a ação só poderia ser realizada mediante pedido da família às autoridades brasileiras e, em seguida, para as empresas de cada aparelho.
Novas câmeras podem apresentar pistas
Mesmo sem os dados, considerados de suma importância pela família, Liliane citou um início de semana intenso em relação às buscas. O foco teria sido tanto de forma física quanto por meio de comunidades nas redes sociais.
Um novo canal para o recebimento de informações da comunidade britânica foi criado pela Polícia de Essex para a reunião de novas pistas sobre o caso.
"Eles estão analisando novas câmeras na área de Brightlingsea, buscando identificar imagens que possam ter registrado algo sobre Vitória. Eles nos explicaram, ainda na segunda, que essas câmeras novas exigem especialistas para uma análise minuciosa mesmo", contou. A expectativa era de que o processo pudesse ser concluído nas próximas horas.
Ainda no domingo (15), as forças policiais de Essex encontraram o laptop da psicóloga cearense. Conforme relato de Liliane, uma pasta também foi recolhida, mas o passaporte, cartões de crédito e o próprio celular não foram achados.
Dados do laptop de Vitória ainda estão sob análise da polícia, que acessou o eletrônico com senhas fornecidas pela mãe e pelo namorado da psicóloga. Eles também podem ser utilizados como pistas caso estejam conectados ao desaparecimento.
Com informações do Diário do Nordeste.



















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