sexta-feira, 1 de maio de 2026

Caminhão elétrico pode mudar o transporte de cargas no Brasil

.Foto Freepik.
A eletrificação da frota de caminhões no Brasil avançou, mas ainda de forma lenta e restrita a nichos específicos, especialmente em operações urbanas e frotas de grandes empresas. Essa transição tem potencial para transformar o transporte de cargas, migrando de um modelo dependente de combustíveis fósseis para uma logística mais sustentável, eficiente e, claro, mais econômica

O que é um caminhão elétrico

Para Wesley Boaventura, engenheiro elétrico automotivo, um caminhão elétrico é um veículo de carga que substitui o motor a combustão por motores elétricos e baterias, oferecendo operação silenciosa, zero emissão de poluentes e maior eficiência energética.

Por que o setor de transporte está olhando para essa tecnologia

Para o especialista, mesmo com pouca estrutura, o setor de transporte está acelerando a adoção de caminhões elétricos "devido a uma combinação de necessidade ambiental, exigências regulatórias e vantagens econômicas operacionais".

"A mudança foca na descarbonização da logística, com destaque para a redução de emissões em áreas urbanas, e se concentra na redução de custos operacionais, descarbonização e adaptação logística urbana", enumera Wesley Boaventura.

Com informações do Diário do Nordeste.

Apostador de Curitiba ganha prêmio de R$ 127 milhões da Mega-Sena

Foto Marcello Casal Jr/ Agência Brasil 
Um único apostador de Curitiba acertou as seis dezenas do concurso 3.002 da Mega-Sena, realizado nesta última quinta-feira (30), e levou o prêmio principal de R$ 127.017.606,25.

Os números sorteados são: 04 - 27 - 51 - 52 - 54 - 58

A aposta simples de sete números foi feita na Lotérica Anchieta, que fica no bairro Bigorrilho, na capital paranaense. 113 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.683,44 cada.

6.556 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 985,39 cada
Apostas

Para o próximo concurso, o prêmio está estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até ás 20h (horário de Brasília) de sábao (2), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Com informações da Agência Brasil.

Fortaleza usa nova tecnologia que ‘envenena’ mosquito da dengue

Foto Pixabay
Além do trabalho de rotina de monitoramento de depósitos de ovos e mutirões de limpeza, Fortaleza está intensificando o uso de inovações tecnológicas para combater o mosquito Aedes aegypti, vilão histórico da saúde pública da cidade por transmitir doenças como dengue, zika e chikungunya

O coordenador de Vigilância em Saúde (Covis) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Josete Malheiro, destaca que a grande novidade para 2026 é a implementação das Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), ferramenta que promete mudar a dinâmica do controle vetorial na capital cearense.

Segundo o coordenador, a estratégia realizada em parceria estratégica com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) representa uma abordagem arrojada. A montagem das armadilhas químicas já começou neste mês de abril, segundo o gestor.

O funcionamento da EDL é simples, mas engenhoso, e utiliza o comportamento do inseto contra ele próprio. Diferente das armadilhas tradicionais, conhecidas como ovitrampas – palhetas que fixam os ovos postos e servem para monitorar a densidade dos mosquitos em uma região –, a EDL possui uma tela impregnada com larvicida.

O processo ocorre em etapas: atraído pela armadilha, o mosquito fêmea pousa na tela com a intenção de depositar seus ovos e, nesse momento, suas patas ficam cobertas por micropartículas do veneno.

Ao voar para outros criadouros, muitas vezes em locais de difícil acesso para os agentes de endemias, como calhas e reservatórios elevados, o mosquito transporta e deposita o larvicida nesses novos pontos.

Malheiro explica que, quando o ovo tenta eclodir nesses locais contaminados, “ele acaba não formando, não se desenvolvendo adequadamente e acaba reduzindo, portanto, a proliferação do mosquito”.

Segundo a Fiocruz, ensaios realizados em Manaus e Manacapuru, no Amazonas, mostraram que as EDLs promoveram aumento da mortalidade de mosquitos imaturos (de 5% para 95%) e uma redução de 96-98% da emergência de mosquitos adultos, em poucas semanas. Já em Brasília, outros estudos mostraram redução de 66,3%, na densidade de mosquitos adultos de Aedes.

Com informações do Diário do Nordeste.