segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Camilo Santana destaca impacto social do reajuste de 15% do Bolsa Família na vida de 1,4 milhão de famílias cearenses

Foto Thiago Gadelha 
Em entrevista ao Jornal Alerta Geral, o senador Camilo Santana destacou o alcance social do reajuste de 15% no Bolsa Família, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Segundo ele, a medida representa a recomposição do poder de compra de quase 20 milhões de famílias atendidas pelo programa em todo o Brasil, das quais aproximadamente 1,4 milhão estão no Ceará.

Ao comentar a importância do reajuste, Camilo lembrou que os principais programas de transferência de renda do país foram implantados pelos governos do PT e ressaltou o papel histórico do Bolsa Família no combate à pobreza.

“Queria cumprimentar todos os telespectadores e ouvintes do Alerta Geral. Todos os programas sociais criados ao longo das últimas décadas nesse país foram feitos pelos governos do PT, do presidente Lula e da presidenta Dilma. O Bolsa Família foi um programa importante que tirou o Brasil do mapa da fome e deu oportunidade, principalmente às regiões mais pobres, como Norte e Nordeste, de viver melhor”, afirmou.


O senador destacou que o reajuste recompõe as perdas provocadas pela inflação e fortalece a renda das famílias mais vulneráveis.

“Quando o presidente Lula viabiliza um reajuste do Bolsa Família, ele corrige a inflação do período para que o trabalhador, a trabalhadora e, principalmente, as mulheres, que são a maioria das beneficiárias do programa, recuperem o poder de compra dos alimentos e dos produtos utilizados no dia a dia. Isso garante melhores condições de vida para quem mais precisa”, disse.

Camilo enfatizou que o aumento terá forte impacto social no Ceará, um dos estados com maior número de beneficiários do programa.

“Não tenho dúvida de que esse reajuste de 15% terá um impacto muito forte para as pessoas que mais precisam do nosso Estado e do nosso país. São aproximadamente 1 milhão e 400 mil famílias beneficiadas somente no Ceará”, ressaltou.

Com a atualização dos valores, o benefício mínimo passa de R$ 600 para R$ 691, enquanto o valor médio pago às famílias sobe para R$ 777. Os novos valores começam a ser pagos no calendário de outubro.

Segundo o Governo Federal, o reajuste corresponde à recomposição da inflação acumulada desde a última atualização do programa, preservando o poder de compra das famílias de baixa renda. O Bolsa Família continua sendo a principal política de transferência de renda do país, beneficiando quase 20 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e contribuindo para a segurança alimentar, a permanência de crianças e adolescentes na escola e o acompanhamento da saúde de gestantes e crianças.

Com informações do Ceará Agora.