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| Foto Thiago Gadelha. |
Em 2025, o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) do Ceará completou 20 anos como uma das referências nacionais em investigação de causas de morte e vigilância de doenças. O equipamento, vinculado à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), tem papel estratégico para a identificação de óbitos por doenças “misteriosas”, sem causa aparente.
Segundo o secretário executivo de Vigilância em Saúde do Ceará, Antonio Silva Lima Neto (Tanta), em entrevista ao Diário do Nordeste, a abrangência do trabalho é tão importante que deve ser expandida para todas as cinco regiões de Saúde do Estado.
Hoje, o Ceará possui duas unidades do SVO: uma em Fortaleza, vizinha ao Hospital de Messejana, e outra em Barbalha, que funciona em convênio com a Universidade Federal do Cariri (UFCA).
“Muitas capitais não têm SVO. Então, a gente tá querendo regionalizar. É um dos nossos grandes planos expandir, principalmente para a região Norte, de Sobral, e para as demais regiões do Estado”, afirma.
Com informações do Diário do Nordeste.
