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| Foto Longfin Media/Shutterstock |
Com foco em regiões onde a produção agropecuária ganha peso, a Accor avalia a Serra da Ibiapaba e o Sertão Central para novos hotéis. A rede tem hoje sete unidades em operação no Estado, seis da bandeira Ibis e uma da Mercure.
Segundo o diretor executivo de Desenvolvimento da Accor Américas, Abel Castro, o grupo acompanha a formação de novos polos econômicos, onde podem surgir demandas por empreendimentos mais estruturados.
As duas regiões se destacam na produção agropecuária do Ceará. Na Serra da Ibiapaba, estão entre os principais cultivos tomate, açaí, maracujá, mamão e pimentão.
No Sertão Central, municípios como Quixeramobim e Milhã têm participação relevante na produção de leite, que fez o Ceará superar a Bahia e se tornar o segundo maior produtor do Nordeste em 2025.
Rota do agro
Esse tipo de movimento está no radar da Accor porque o agronegócio é um dos principais vetores de expansão da rede para cidades médias do País. O volume de negócios, pessoas e serviços que circulam por esses municípios pesa mais do que a população residente.
De acordo com Castro, a rede tem cerca de 30 hotéis em cidades ligadas à rota do agro, com mais de 4.100 quartos, e cerca de 15 empreendimentos no pipeline. Há dez anos, eram 18 hotéis nesse tipo de localidade.
“A combinação de atividades agropecuárias, industriais e logísticas gera um fluxo relevante de viajantes corporativos, fornecedores, prestadores de serviço e profissionais que precisam de uma oferta hoteleira confiável”, afirma Castro.
Com informações do Diário do Nordeste.
