domingo, 11 de outubro de 2026

Ceará nota mercado de audiolivros e pode gerar resultados na Educação

Foto Antonio Guillem/Shutterstock
Não é mais raro falar em audiolivros no Brasil. O que antes poderia ser restrito apenas a um nicho tem crescido cada vez mais, com possibilidade de gerar impactos na Educação. Em solo cearense, o movimento de produzir conteúdos nesse segmento tem rendido frutos, sobretudo a partir do casamento entre iniciativas educativas e Literatura.

O Programa Escolas Criativas, por exemplo, da empresa Quitanda Soluções Criativas e do Instituto BR, em parceria com a Prefeitura Municipal de Itapipoca, selecionou 20 obras de escritores e escritoras do Ceará ou residentes no Estado para adaptação em áudio após chamada pública.

O resultado integrará a plataforma educativa do Escolas Criativas. Ao todo, as obras contempladas abordam temas como diversidade, respeito, igualdade, empatia, solidariedade e inclusão. A curadoria é do escritor, poeta, editor e produtor cultural Talles Azigon.

A intenção é que, para além da fruição artística, o conteúdo sirva como possibilidade de material didático para projetos de leitura e de mediação literária. Devido ao caráter inclusivo dos assuntos trabalhados nos livros, outra ideia é que diferentes públicos possam acessá-los, algo presente na própria natureza democrática dos audiolivros.

Nomes veteranos integram a lista de títulos a serem adaptados para o áudio. “O bicho singular”, de Lia Sanders; “Chuva de Tamarindos”, de Cupertino Freitas; “Entrou injeção, saiu o quê”, de Ana Márcia Diógenes; “Diálogos de João e Júlia - Filosofia para Crianças”, de Léo Mackellene; e “Bilbo, o Macaquinho”, de Rosa Morena, são alguns selecionados.

Com informações do Diário do Nordeste