sábado, 10 de outubro de 2026

Ceará exportou US$ 1,35 milhão em flores e produtos de floricultura

Foto Edigio Serpa
Uma rosa do deserto recebida de presente pela esposa foi o ponto de partida para Leudo Júnior transformar uma atividade de lazer em negócio. O que começou com a compra de algumas plantas e sementes cresceu até chegar a um cultivo com mais de 20 mil exemplares e uma produção mensal de cerca de 10 mil sementes. 

No início, o empresário comprava plantas de outros produtores e fazia experiências em casa. Com o tempo, passou a estudar técnicas de cultivo e reprodução, incluindo polinização, produção de sementes e enxertia.

“Comprei minhas primeiras rosinhas do deserto e, a partir daí, eu comecei a aprender. A fazer a polinização, daí tem a produção de sementes. A gente colhe, tem até aqui as vagens, e a gente planta em larga escala”, explica Leudo Júnior, empresário.

O avanço da atividade fez com que ele deixasse a profissão de professor para se dedicar à produção. O trabalho começa ainda na semente e segue por diferentes etapas até que a planta esteja pronta para comercialização.

Uma parte desse processo envolve a seleção de exemplares que apresentam características consideradas diferentes. Essas plantas podem ser utilizadas na produção de novos exemplares por meio de enxertos.

“Quando a gente planta muitas sementes e nasce uma diferente, a gente separa. E dos galhos dela, a gente faz vários enxertos. Que são clones, na verdade”, destaca Leudo.

Com informações do Porral GC Mais.