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| Foto Jornal A Praça |
O Instituto INMAJEC (Instituto Nacional do Meio Ambiente, Juventude, Esporte e Cultura) em parceria com o Grupo TEA Mais realizou em Iguatu a execução do Programa Cidades Inclusivas, ação social totalmente gratuita voltada para o atendimento especializado de crianças atípicas e suas mães. O projeto beneficiou diretamente 40 famílias, oferecendo suporte terapêutico e acolhimento com foco no neurodesenvolvimento do filho e da mãe.
O destaque da iniciativa é a aplicação da Neuromodulação REAC (Radio Electric Asymmetric Conveyer) tecnologia médica de neuroestimulação desenvolvida na Itália que atua na autorregulação do sistema nervoso de forma não invasiva, indolor e sem efeitos colaterais. O protocolo intensivo exige seis dias consecutivos de atendimento especializado, acompanhado por uma equipe técnica dedicada. Focada em otimizar e reorganizar a atividade bioelétrica do organismo, a terapia auxilia o neurodesenvolvimento de pacientes atípicos, como crianças no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em Iguatu, as famílias foram atendidas pelas psicólogas Helma Azevedo e Geyza Maria Farias
Para Letícia Silva, representante do Grupo TEA Mais, a presença da tecnologia representa um marco histórico para o município. “O acesso a tecnologias de ponta como o REAC costuma ser muito distante da realidade da maioria das famílias de crianças atípicas. Ver 40 mães e seus filhos recebendo esse cuidado de forma totalmente gratuita preenche nosso coração de esperança. Foi muito gratificante sentir a presenças dessas crianças, das mães que precisam também de atenção e cuidados participarem desse momento. Somos gratos a todos da Igreja Kemuel, que cedeu o espaço e atenção para todos, e principalmente a todos do INMAJEC, em nome das psicólogas Helma Azevedo e Geysa Farias, que estiveram todos esses dias com a gente”, disse Letícia Silva, apontando que a presença do instituto em Iguatu, foi um divisor de águas na inclusão, na cidadania e no apoio à saúde mental das mães que integram a rede de cuidado local.
Diferente de abordagens invasivas, a tecnologia REAC estimula a autocorreção do próprio sistema nervoso. O procedimento é rápido, indolor e seguro, administrado por meio de uma sonda especial que toca suavemente pontos específicos da orelha por alguns segundos ou via manta cérvico-braquial. Os benefícios esperados incluem a melhora no equilíbrio emocional, na qualidade do sono, na atenção, na comunicação e nas respostas a estímulos estressores.
Mãe e filho e atendimento intensivo
Sabendo que o bem-estar da criança atípica está diretamente ligado ao suporte familiar, a ação acolhe e beneficia tanto os filhos quanto as mães, oferecendo um espaço de cuidado mútuo e suporte para a saúde mental de quem dedica a vida ao cuidado. Para garantir a eficácia do estímulo neurobiológico, a equipe técnica cumpre rigorosamente um protocolo de 6 dias de tratamento consecutivo. “A chegada dessa ação em Iguatu representa um divisor de águas para nós.
O acesso a tecnologias de ponta como o REAC costuma ser muito distante da realidade da maioria das famílias de crianças atípicas. Ver 40 mães e seus filhos recebendo esse cuidado de forma totalmente gratuita preenche nosso coração de esperança. É mais que um tratamento médico; é um ato de dignidade, inclusão e um apoio fundamental”, afirmou Letícia.
Com informações do Jornal A Praça.
