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| Foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil |
O Ceará teve a geração de 9.295 empregos com carteira assinada em agosto, saldo de 64.008 admissões e 54.713 desligamentos.
O número é 33,9% superior ao registrado em agosto do ano passado, quando foram gerados 6.938 postos formais de trabalho no Estado.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e colocam o Ceará na terceira posição do Nordeste, atrás apenas de Pernambuco, com 13.428, e da Bahia, com 11.647 empregos com carteira assinada.
O setor que mais puxou a geração de empregos foi novamente o de serviços, com 5.267 novas vagas formais de trabalho, fruto de 31.302 contratações, ante 26.035 demissões. Na segunda colocação, ficou o setor de construção, que gerou 1.897 novos empregos formais, saldo de 7.900 admissões e 6.003 desligamentos.
Outros dois setores, tiveram saldo positivo: o do comércio, com 1.193 novas vagas com carteira assinada, resultado de 13.205 contratações e 12.012 demissões. Também a agropecuária teve saldo positivo, com 945 novos empregos formais, saldo de 1.659 admissões, antes 714 desligamentos.
Apenas a indústria teve saldo negativo de 6 postos com carteira assinada fechados, beirando a estabilidade, como resultado de 9.942 admissões e 9.948 desligamentos.
O secretário do Trabalho do Ceará, Vladyson Viana, destacou que além da maior geração de empregos no ano, o Estado teve no mês de agosto deste ano a melhor renda média de admissão para o Nordeste.
“Tivemos um resultado expressivo com mais de 30% de aumento quando estamos comparando com 2025, e isso mostra que é uma economia que segue em crescimento. Quando a gente compara com outros indicadores, como o PIB, o Ceará cresce acima da média nacional”, ressaltou.
“Quando a gente olha vários outros indicadores, isso justifica e explica essa geração de empregos no Ceará, a atração de investimento privado nacional e estrangeiro, além da geração de empregos diretos na indústria e também empregos no setor de serviços”, exemplificou.
Com informações do O Povo.
