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| Foto Marcello Casal Jr./Agência Brasil |
Uma forma de diabetes associada à desnutrição, descrita há mais de 70 anos, começa a ganhar um novo capítulo no Brasil. O país discute a adoção de um modelo atualizado para rastrear o diabetes tipo 5, classificação reconhecida pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) em 2025. A proposta é identificar pessoas que podem estar recebendo diagnóstico e tratamento inadequados por apresentarem características semelhantes às do diabetes tipo 1.
A discussão ocorre nesta semana em reuniões com especialistas em São Paulo e no Rio de Janeiro e deve avançar nesta sexta-feira (28/8), em encontro na Fiocruz-Biomanguinhos. A endocrinologista Hermelinda Pedrosa, titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e vice-presidente da IDF, participa das discussões para definir uma proposta de rastreamento que considere as particularidades da população brasileira.
Segundo a especialista, o objetivo é tirar a condição da invisibilidade. “Diria que é um ‘resgate da invisibilidade' do DM Tipo 5”, afirma. Para ela, reconhecer a condição permite que médicos especialistas, clínicos gerais e profissionais da atenção primária consigam diferenciá-la principalmente dos tipos 1 e 2.
Con informações do Ceará Agora.
