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| Foto Fabiane de Paula |
Novo capítulo para povos indígenas de Aratuba, Caucaia, Poranga e São Benedito. Os quatro municípios cearenses foram contemplados com acordo cujo objetivo é realizar estudos antropológicos nos territórios. A finalidade do aprofundamento é clara: identificar e delimitar essas terras para ampliar a capacidade do Estado de regularização fundiária.
Em linhas gerais, trata-se de um trabalho em conjunto para tentar viabilizar a permanência das populações originárias por meio de ato documentado. “Até hoje é como se esses povos estivessem assegurando a posse do chão apenas com os próprios corpos. O acordo, por outro lado, legitima que eles possam se manter e permanecer nos territórios”.
A perspectiva é de Juliana Alves, titular da Secretaria de Povos Indígenas do Ceará (Sepince). Em entrevista ao Diário do Nordeste, ela explica que o trâmite administrativo para lidar com as terras indígenas a partir do acordo muda muito. Passa a considerar, de modo oficial, que aquelas áreas da União agora são oficialmente de etnias originárias.
Com informações do Diário do Nordeste.
