![]() |
| Foto: Hryshchyshen Serhii/Shutterstoc |
Intimidação sistemática e vexatória que pode ser mascarada como brincadeira, o bullying é um desafio frequente para as redes escolares. Quando o fenômeno resulta em situações graves, como a da morte de uma criança de 11 anos que sofria bullying, o enfrentamento é ainda mais fundamental para combater a perseguição.
Na Secretaria de Educação do Ceará (Seduc), a orientação é que, ao identificar e confirmar um caso de bullying, as escolas devem realizar o acolhimento da vítima, realizar o registro formal da ocorrência e encaminhar os envolvidos para o apoio psicossocial, se necessário. Além disso, o monitoramento contínuo é fundamental para evitar novos episódios.
O procedimento foi detalhado pelo secretário executivo de Equidade e Direitos Humanos, Educação Complementar e Protagonismo Estudantil da Seduc, Helder Nogueira, em entrevista ao Diário do Nordeste. A Pasta é responsável pelo Ensino Médio e pelos Anos Finais do Ensino Fundamental em algumas unidades.
"Nos casos de bullying, nós estimulamos muito a prevenção, a atenção, a formação junto aos nossos profissionais e o fortalecimento do clima escolar. Há inclusive a possibilidade de acionar o próprio Conselho Tutelar, além das ações restaurativas ou disciplinares que, porventura, sejam necessárias", diz o gestor.
Com informações do Diário do Nordeste.
