![]() |
| .Foto Kid Jr. |
Quando o agricultor Sidrônio Moreira perfurou dois poços na propriedade em Tabuleiro do Norte, o objetivo era combater a escassez e encontrar água para irrigar a plantação e alimentar os animais do Sítio Santo Estevão. No entanto, do chão brotou petróleo
Sem o recurso desejado, a família não pôde recorrer à produtividade do terreno como fonte de renda e aguardou orientações da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) sobre como proceder com a propriedade desde março deste ano, uma vez que perfurações indevidas poderiam resultar na contaminação de lençóis freáticos.
Agora, a família foi direcionada pela pasta a entrar em contato com a Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra). Segundo seu Sidrônio, a entidade deve realizar, em agosto, um estudo no sítio para determinar em que local da propriedade será possível realizar uma nova perfuração que encontre água.
Essa poderia ser, finalmente, a solução que o agricultor buscava para o fim da escassez no terreno, se não fosse um detalhe importante: a família não tem condições financeiras de custear uma nova perfuração de um poço.
Atualmente, ele, a esposa e os dois filhos, que residem no sítio, arcam com uma dívida de R$ 25 mil devido a empréstimos feitos ao longo do processo de busca pelo recurso. A única renda dafamília vem das aposentadorias do casal, e o agricultor já cogita, inclusive, vender os únicos cinco novilhos restantes de sua criação.
Com informações do Diário do Nordeste.
