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| Foto Ícaro Dias/IFCE |
Mesmo após confirmação de que o líquido achado em seu quintal é petróleo cru, a preocupação do agricultor Sidrônio Moreira, de 63 anos, segue a mesma: encontrar água para abastecer os animais e a plantação.
Em 2024, ele decidiu perfurar um poço artesiano no terreno onde mora na cidade de Tabuleiro do Norte, interior do Ceará, para amenizar os problemas de escassez de água. No lugar, encontrou um líquido preto e com cheiro de combustível. Em maio deste ano, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) confirmou se tratar de petróleo cru.
Com a confirmação, a agência abriu um processo administrativo para avaliar a área e o seu contexto geológico, de modo a estudar o tamanho das reservas e a viabilidade da exploração. Não há prazo estabelecido para a conclusão da avaliação.
Enquanto isso, Sidrônio e a família não podem perfurar novos poços, e devem tomar cuidado com o terreno, pois há risco de contaminação e impacto ao solo e recursos hídricos na região.
"Sim, (a adutora) está funcionando. A parte de água para o consumo humano está ok. Mas ainda preciso perfurar um poço para encontrar água para os animais e para a plantação", disse ao g1.
Com informações do G1 Ceará.
