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| Foto Agência Diário. |
Os fortalezenses podem movimentar cerca de R$ 91,5 bilhões em 2026, a partir do consumo de bens e serviços. O valor torna a Capital a sétima cidade do País com maior potencial de consumo neste ano, além de ser a primeira do Estado. Os dados são da pesquisa IPC Maps 2026.
Em primeiro lugar entre os setores que mais devem demandar investimento da população está a habitação, com R$ 19,7 bilhões previstos, aproximadamente 21,5% do total.
Logo em seguida, aparecem itens como veículo próprio (R$ 10,9 bilhões), alimentação no domicílio (R$ 9,8 bilhões) e alimentação fora do domicílio (R$ 4,6 bilhões).
De acordo com a pesquisa, o consumo per capita na cidade este ano deve ser de cerca de R$ 35 mil, aproximadamente 20,2% acima da média do índice urbano estadual (R$ 29,1 mil ao ano).
Para o membro do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), Ricardo Coimbra, o indicador de consumo reflete o alto nível de concentração de renda em Fortaleza.
O resultado da Capital é 9 vezes superior ao de Caucaia (R$ 10,3 bi), segunda colocada entre as cidades cearenses com maiores potenciais de despesas, e representa 38,6% do total do Estado.
“Sabemos que Fortaleza tem uma geração de riqueza, mas essa geração de riqueza, de potencialidade de consumo, é muito concentrada”, destaca.
Ao todo, Fortaleza registra 341.649 empresas (cerca de 45,4% do total do Ceará), sendo 219.050 do ramo de serviços, 74.668 do comércio, 47.362 da indústria e 569 do agronegócio.
Com informações do Diário do Nordeste.
