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| Foto Fabiane de Paula |
Egressos da Escola de Ensino Médio Dr. César Cals se reuniram, nesta última terça-feira (3), para celebrar as mais de 250 aprovações no ensino superior em 2026. Os jovens deixaram marcados na pele o resultado do esforço realizado ao longo dos três anos de estudos. .
Administração, Engenharia Mecânica, Biomedicina, Letras, Artes Visuais, Ciências Biológicas e Medicina são alguns dos cursos nos quais os ex-alunos foram aprovados na primeira chamada do vestibular da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni).
Esse número acima de 250 são de aprovações, ou seja, parte dos alunos passaram em mais de uma universidade.
No pátio da instituição, situada no bairro Farias Brito, em Fortaleza, onde a equipe do Diário do Nordeste esteve na manhã desta terça (3), parte dos 374 alunos do 3º ano de 2025 se juntaram para compartilhar a alegria de chegar ao ensino superior. Professores, gestores e funcionários do colégio ajudavam os estudantes a se pintarem com tintas e pincéis.
Cada um que chegava no local, com sorriso no rosto, ia reencontrando os amigos e os colegas da instituição, desde o porteiro até o coordenador. Ao contrário do silêncio e da ordem — por vezes necessário para um colégio —, eram vistos (e ouvidos) abraços, gritos e risos.
“Mais um ano de muito sucesso e de alegria. Enquanto professor, a gente se sente muito orgulhoso dessa juventude da periferia, do filho de trabalhador que consegue ingressar na universidade. Isso nos deixa completamente felizes, de coração cheio de alegria”, afirma Geh Rubens, coordenador do pré-vestibular da escola.
Entre os egressos participantes da comemoração estava Josian Davi, de 18 anos, aprovado em Ciências Biológicas na Universidade Federal do Ceará (UFC) pelo Sisu. Interessado pela natureza e pelos animais desde criança, escolheu o curso com o apoio dos professores.
“Sempre tive vontade de viajar para conhecer os lugares, os tipos de animais que têm por aí, os tipos de árvores. Depois que entrei no ensino médio, os professores de biologia me ajudaram muito a nutrir esse interesse. Senti que aquilo era o que eu queria”, afirma.
Com informações do Diário do Nordeste.
