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| Foto Arquivo pessoal |
Eles ainda não terminaram a faculdade e já estão vendo a pequena startup que fundaram escalar, de olho em um nicho que ainda engatinha no Brasil: a antecipação de aluguéis.
Os cearenses Joaquim Neto (Economia/Insper), João Lavor (Economia/Unifor) e Carlos Barros (Administração/Insper) captaram, no ano passado, R$ 5 milhões via fundo imobiliário da Suno Asset (SNCI11) para lastrear o negócio.
Como funciona a antecipação de aluguel?
Basicamente, o princípio é emprestar dinheiro a proprietários de imóveis alugados que tenham necessidade de crédito imediato. Geralmente, esses consumidores recorrem a bancos tradicionais, com taxas pouco atraentes e processos burocráticos e lentos até verem o valor em suas contas.
A fintech antecipa até 24 meses de aluguel, via Pix, em um processo todo feito online, tendo como parceiras 70 imobiliárias no País. A taxa de juros parte de 2% ao mês. Esse mercado, por enquanto, tem poucos players.
Ainda em escala inicial, o negócio liberou em torno de R$ 2 milhões em crédito no ano passado, volume muito baixo no ecossistema de crédito. Para 2026, a ideia é escalar a R$ 30 milhões com a entrada no segmento corporate, no qual o tíquete de partida é de R$ 50 mil.
Com informações do Diário do Nordeste.
