![]() |
| Foto Daniel Galbet |
O Ceará registrou um total aproximado de 80,4 mil unidades habitacionais pelo Minha Casa, Minha Vida (MCMV), desde a retomada do programa em fevereiro de 2023, com investimento no Estado de R$ 11,1 bilhões, o que o coloca na terceira posição regional, atrás da Bahia e de Pernambuco.
Em todo o País, foram contratadas 2,1 milhões de unidades em dois anos, um ano antes do inicialmente previsto. Os investimentos federais foram da ordem de R$ 317,78 bilhões. A nova meta do governo federal é contratar mais um milhão de unidades habitacionais pelo programa neste ano.
As contratações efetuadas contemplam aproximadamente 8,4 milhões de pessoas nas cinco regiões, sendo 3,48 milhões de pessoas no Sudeste; 2,22 milhões no Nordeste; 1,38 milhão no Sul, 925 mil no Centro-Oeste e 431 mil na região Norte.
Já em números de unidades contratadas, o Sudeste teve 870,5 mil contratações em um período de dois anos, com R$ 144,77 bilhões em investimentos.
Na sequência, aparece novamente o Nordeste com 557,3 mil unidades e 68,62 milhões em investimentos; o Sul com 347,2 mil unidades e R$ 56,56 bilhões investidos; o Centro-Oeste, com 231,4 mil unidades e R$ 34,76 bilhões e o Norte com 107,8 mil unidades e R$ 13,09 bilhões investidos.
O estado com o maior número de unidades foi São Paulo, com 588,3 mil unidades e R$ 101,88 bilhões em investimentos, seguido por Minas Gerais com 175,8 mil unidades e R$ 26,83 bilhões investidos. No Nordeste, o destaque foi para a Bahia, com 108,9 mil unidades e R$ 13,65 bilhões em investimentos, seguido por Pernambuco, com 88,5 mil unidades e R$ 11,22 bilhões investidos.
Em sua retomada, o programa priorizou as famílias com rendas de até R$ 2.850, que têm subsídio de até 95% do valor da unidade habitacional. Já a faixa 2 inclui famílias com renda entre R$ 2850,01 e R$ 4.700, enquanto a faixa 3, vai de quem tem renda entre R$ 4.700,01 e R$ 8.600. Foi criada ainda a Faixa de Classe Média para quem tem rendas entre R$ 8.600,01 e R$ 12.000.
O programa impulsionou o mercado imobiliário, conforme avaliação do Ministério das Cidades. De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a partir de dados da Associação Brasileira de Incorporadoras, o número de imóveis lançados teve um aumento de 34,6% até outubro, o maior nível da série histórica. Já o aumento de novas unidades relacionadas ao Minha Casa, Minha Vida foi de 38,6%.
Além das novas contratações do MCMV, o governo federal destaca como medidas que impulsionaram o setor, o anúncio de novas regras para o sistema financeiro de habitação, alcançando famílias com renda mensal de até R$ 20 mil.
“A medida moderniza o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), amplia a oferta de crédito habitacional e garante maior acesso da classe média ao financiamento da casa própria”, aponta o governo em comunicado.
Com informações do O Povo.
