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| Foto Divulgação/ Fazenda Laguna |
O Ceará ocupa a quarta posição na criação de búfalos no Nordeste e o 21º lugar no cenário nacional em 2024, com um rebanho de 1.763 cabeças, de acordo com a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar de ainda pouco representativa no Ceará, a bubalinocultura vem crescendo devido ao mercado de alto valor agregado e à boa adaptação dos animais ao clima local.
Carne, queijos e leite de búfala são voltados para a alta gastronomia, apresentam perfil mais saudável e têm alto potencial de expansão.
Nos últimos 10 anos, o rebanho cearense cresceu quase 19,9%, ao passar de 2014 para 2024. Entre 2023 e 2024, a alta foi modesta, de 0,28%, mas suficiente para fazer o Ceará ganhar uma posição no ranking nacional.
Para fontes especializadas, a atividade pode se consolidar como uma alternativa rentável para o Estado. Nesse contexto promissor, destaca-se o projeto de fertilização in vitro (FIV) de búfalos desenvolvido pela Universidade Estadual do Ceará (Uece).
Com informações do Diário do Nordeste
