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| Foto Fabio Audi / Divulgação. |
Quando pequeno, ainda na Acaraú de nascença, João Fontenele achava que “atuar era só um sonho distante”. Mal imaginava, ao assistir novelas na TV ao lado da avó e participar de apresentações culturais no colégio de freiras onde estudou, que iria enveredar, com destaque, pelo caminho que se esboçava ali.
Hoje aos 33 anos, o cearense vem construindo carreira não só como ator, mas também diretor. Neste ano, João participou da novela “Guerreiros do Sol”, produção original da Globoplay, e tem circulado — e sido premiado — com “Peixe Morto”, curta que dirigiu.
Com projetos futuros no audiovisual que incluem a realização de um novo curta, dublagens de duas animações, nova temporada de série e um telefilme, João fala ao Verso sobre os primeiros passos da trajetória, a repercussão dos trabalhos mais recentes e a relação com Acaraú.
Atuar como possibilidade real
“Sou de uma cidade do interior que não tem teatro e, até pouco tempo atrás, não tinha cinema. Quando o cinema chegou, eu já não morava mais lá”, contextualiza o artista. Apesar disso, foi pela televisão e pelas atividades escolares que identificou “paixão” por atuar.
“Parecia algo impossível de virar profissão. Mas, quando me mudei pra Fortaleza pra estudar, comecei a enxergar as coisas de outra forma”, avança João. A vinda para a capital, que fica a cerca de 238 km de Acaraú, ocorreu quando ele tinha 14 anos.
Com informações do Diário do Nordeste.
