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| Foto Divulgação / EMS |
O laboratório brasileiro EMS lançou, nesta segunda-feira (4), em farmácias de todo país, a primeira linha nacional de ‘canetas emagrecedoras’. A versão Olire será usada para combater a obesidade, e com uma dosagem diferente, a Lirux visa tratar a diabetes tipo 2.
A empresa diz que canetas brasileiras usam técnica mais rápida e barata para fabricação. Segundo a EMS, a tecnologia usada na concepção da caneta permite uma maior pureza da medicação
Tendo recebido a liberação da produção por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em dezembro do ano passado, os produtos usam a liraglutida como princípio ativo. As duas versões chegam ao mercado como alternativa a Victoza e Saxenda, da empresa farmacêutica Novo Nordisk.
A EMS afirma que as canetas irão representar 25% do faturamento de toda a empresa nos seus dois primeiros anos no mercado, sendo que o investimento inicial foi de mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas, que está concentrada em uma fábrica de peptídeos em Hortolândia (SP).
Na compra das canetas emagrecedoras é exigida desde junho a prescrição médica dos medicamentos, e ter o devido acompanhamento médico para os ajustes de dosagem sobre os possíveis efeitos colaterais é fundamental, com o profissional da área podendo ajustar dentro dos limites recomendados a aplicação na coxa, abdome ou parte superior do braço, a qualquer hora do dia.
Ao todo, cerca de 100 mil canetas de Olire e de 50 mil canetas de Lirux estarão disponíveis nas redes de farmácia Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco. Os valores variam, com os preços sugeridos indo de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas)
A expectativa do laboratório é de que 250 mil unidades das canetas cheguem ao mercado até o fim do ano, sendo um total de 500 mil até agosto do ano que vem, com a expansão para outras regiões para as próximas semanas, além da compra nas redes de farmácias, os produtos serão vendidos nos sites desses estabelecimentos.
Com informações do Diário do Nordeste.
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