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| Foto Kid Junior/SVM |
Com o fim da quadra chuvosa no Ceará, que ocorre de fevereiro a maio, a seca e os focos de calor se tornaram preocupação de órgãos do Governo do Estado. Isso porque a seca se intensificou e atingiu maior severidade desde dezembro de 2024, conforme o Monitor das Secas.
Já os focos de calor, áreas onde há alta temperatura e podem indicar possível queimada ou incêndio, representam um alerta para o segundo semestre deste ano, especialmente pela combinação entre vegetação seca, altas temperaturas, baixa umidade e ventos intensos que favorecem a propagação do fogo.
"É uma área mais quente do que seu entorno, pelo menos 47° C de temperatura tem que ter. A gente chama de foco de calor porque pode ser uma queimada, pode ser um incêndio, mas é, claro, uma área mais aquecida", explicou Meire Sakamoto, gerente de meteorologia da Funceme, à TV Verdes Mares.
O Ceará ocupou a 13° posição entre os estados do Brasil com maior registros de focos de calor em 2024. A maioria das ocorrências ocorreu no segundo semestre do ano.
Com informações do G1 Ceará.
