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| Foto Fabiane de Paula |
“A princípio, entrar na escola (profissionalizante) foi um susto. Porque eu não esperava. E, no começo, eu não queria. Eu era desestimulada antes. Estava com medo. Era uma coisa muito nova, integral, curso técnico”. A apreensão da adolescente Sarah Ingrid Fernandes Alves, há 3 anos, cedeu lugar a satisfação que, amadurecida, gerou autoconfiança.
A mudança não é fácil. É processo. Hoje, a estudante do 3º ano do Ensino Médio da rede pública estadual, assegura que viu a vida ser alterada. O impulso: as oportunidades abertas pela escola.
Aos 17 anos, moradora do bairro Tapuio, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, Sarah cursou todo o Ensino Fundamental na rede pública. Em 2020, ingressou na Escola de Ensino Profissional Alda Façanha da rede estadual. No novo espaço escolheu o curso técnico de eletrotécnica.
A partir dali, a vida começou a ser alterada. Um exemplo é que, embora ainda no Fundamental, Sarah tenha se deparado com as olimpíadas científica escolar, foi somente no Ensino Médio que ela participou de forma mais comprometida.
Com informações do Diário do Nordeste.
