Após a divulgação de que é alvo de operação da Polícia Federal de combate a fraudes na obra da Arena Castelão, o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes se manifestou nas redes sociais, na manhã desta quarta-feira (15).
"Não tenho dúvida de que esta ação tão tardia e despropositada tem o objetivo claro de tentar criar danos à minha pre-candidatura à presidência da republica. Da mesma forma tentaram 15 dias antes do primeiro turno da eleição de 2018", declarou.
A informação de que ele e o irmão, o então governador Cid Gomes, são alvo da operação foi divulgada por veículos como Veja e Folha de S. Paulo, que tiveram acesso a documentos. Cid Gomes e os demais citados ainda não se manifestaram publicamente. A operação se refere ao período de 2010 a 2013 - quando Cid era governador do Estado.
No texto, Ciro diz que a ação é um ataque à sua pré-candidatura à Presidência da República.
"Não tenho nenhuma ligação com os supostos fatos apurados. Não exerci nenhum cargo público relacionados com eles. Nunca mantive nenhum tipo de contato com os delatores. O que, aliás, o próprio delator reconhece quando diz que NUNCA me encontrou", escreveu Ciro nas redes sociais.
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:
Até esta manhã eu imaginava que vivíamos, mesmo com todas imperfeições, em um pais democrático.
Mas depois da Policia Federal subordinada a Bolsonaro, com ordem judicial abusiva de busca e apreensão, ter vindo a minha casa, não tenho mais dúvida de que Bolsonaro transformou o Brasil num Estado Policial que se oculta sob falsa capa de legalidade.
O pretexto era de recolher supostas provas de um suposto esquema de favorecimento a uma empresa na licitação das obras do Estádio do Castelão para a Copa do Mundo de 2014.
Com informações do Diário do Nordeste.