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| Foto Marcella de Lima/SVM |
Como forma de prevenir a contaminação, o Sinditaxi orienta os profissionais a realizar as corridas com vidros abertos, utilizar máscaras e álcool gel e limpar o veículo.
O Sinditaxi está disponibilizando a sanitização dos veículos para reduzir ainda mais as chances de contaminação pelo coronavírus.
“O risco é grande para o taxista. Ele tem um contato grande com o passageiro, até porque recebe o dinheiro e fica no mesmo ambiente”, afirma Messi.
Contato com o público
O taxista Francisco Moura, 50, na profissão há 16 anos, pegou o vírus ainda no começo de março. Precisou ir três vezes ao hospital, por apresentar febre, cansaço, dor no corpo e perda do paladar e do olfato. "Não tenho dúvidas de que a minha contaminação da Covid-19 aconteceu por estar exercendo a profissão do taxista”, afirma.
Os profissionais da área, ele lembra, transportam pessoas de diversas localidades e diferentes setores da sociedade, tendo um contato mais direto com as pessoas e, consequentemente, com o coronavírus.
“Perdemos companheiros e pais de família, aqueles que ainda foram para a rua tentar fazer uma corrida ou outra para trazer comida para casa”, lamenta.
Com informações do G1 Ceará.
