"Hoje, a minha percepção é de que nós não vamos ter uma segunda onda. Nós não temos qualquer indicador sobre isso", ressaltou o titular da Sesa.
A declaração foi dada durante a participação do médico no seminário online "O Futuro da Saúde", organizado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Ceará (Sindessec). O secretário debateu as perspectivas na saúde em âmbito local.
Para complementar a fala sobre as chances de uma nova alta de contaminações no estado, Dr. Cabeto citou que os 184 municípios cearenses, juntos, podem ter atingido uma "imunidade de rebanho" próximo do ideal - isto é, quando o número de pessoas imunes a uma contaminação alcança um nível que interrompe a sua disseminação.
"A minha impressão global é que nós temos uma imunidade de rebanho perto do que é adequado, e uma população que provavelmente vai ter pequenos aumentos ou pequenos surtos, mas nós não vamos ter a segunda onda como estava se achando anteriormente", frisou.
Com informações do G1 Ceará.
