Parte das madrugadas de Isabel Silva são dedicadas à mãe, Graziela Angelim da Silva, de 90 anos, com uso de videoconferência desde que a cuidadora da idosa entrou em quarentena para evitar a propagação da covid-19. Recurso surge como alternativa à distância entre a funcionária pública, que mora em Fortaleza, e mãe - diagnosticada com Alzheimer - que vive no Eusébio, na Região Metropolitana da Capital.
Após a rotina de cuidados que mobiliza as filhas, Isabel observa a mãe à distância pela câmera durante cerca de 3 horas por noite. Embora afirme não ter familiaridade com o uso da tecnologia, ela diz que, agora, a família, está habituada aos encontros virtuais que passaram a ser constantes.
Após a rotina de cuidados que mobiliza as filhas, Isabel observa a mãe à distância pela câmera durante cerca de 3 horas por noite. Embora afirme não ter familiaridade com o uso da tecnologia, ela diz que, agora, a família, está habituada aos encontros virtuais que passaram a ser constantes.
"Nós somos uma família que gosta muito de tá junta. Agora nós fazemos videochamadas para descontrair. Tá todo mundo dentro de casa com saudade.
Estamos brincando com a tecnologia. No nosso dia a dia, a gente não tem tempo", relata.
Com informações do G1 Ceará.