O Ceará é o
estado que mais gasta recursos públicos para conter danos causados por
acidentes de trânsito, considerando as regiões Nordeste, Norte e
Centro-Oeste. No Brasil, o Estado é o quarto no ranking, ficando atrás
de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Os dados foram divulgados pelo
Observatório Nacional de Segurança Viária e são referentes a 2015. À
época, o Governo Estadual desembolsou R$ 3,1 bilhões para esse tipo de
assistência. Cada cearense pagou R$ 351,22 para atender as vítimas. A
informação é do O Povo.
Esse custo leva em conta gastos com hospitais, médicos, infraestrutura, medicamentos e pronto-atendimento aos acidentados. No Ceará, os custos per capita foram superiores às médias nacional, de R$ 255,69, e nordestina, de R$ 291,56. Conforme dados do Departamento Estadual do Trânsito do Ceará (Detran-CE), foram registrados 30,5 mil acidentes em 2015, equivalente a 84 casos por dia. Do total, a maioria ocorreu na Capital, somando 21,1 mil. Contudo, das 2,6 mil mortes, 1,3 mil foram em municípios do Interior.
Se comparado a 2014, houve aumento nas ocorrências no Ceará. Foi o último crescimento registrado. Em 2014, 29 mil pessoas se envolveram em acidentes. Para o balanço relativo a 2016, a perspectiva é de que haja redução nos gastos demandados para assistência, já que houve 27,9 mil casos no ano passado.
Brasil
No País, o número total de ocorrências caiu 12% em 2015, passando de 43,7 mil para 38,6 mil. A redução rendeu aos cofres públicos R$ 4 bilhões a mais, para serem investidos em outras necessidades da população. Ainda assim, foram R$ 52,2 bilhões desembolsados para os acidentados naquele ano. Desse montante, São Paulo foi o que mais teve custos, com R$ 8,1 bilhões gastos, seguido de Minas Gerais, com R$ 5,3 bilhões. Já o governo paranaense tirou R$ 3,6 bilhões do orçamento para atender as vítimas.
Levando em conta o custo per capita, a população do Piauí e de Tocantins tiveram os maiores gastos médios. Cada cidadão pagou R$ 500 para o atendimento.
Procurados pelo O POVO, o Instituto Doutor José Frota (IJF) e o Detran-CE informaram que só teriam disponibilidade para conceder entrevista hoje.
Esse custo leva em conta gastos com hospitais, médicos, infraestrutura, medicamentos e pronto-atendimento aos acidentados. No Ceará, os custos per capita foram superiores às médias nacional, de R$ 255,69, e nordestina, de R$ 291,56. Conforme dados do Departamento Estadual do Trânsito do Ceará (Detran-CE), foram registrados 30,5 mil acidentes em 2015, equivalente a 84 casos por dia. Do total, a maioria ocorreu na Capital, somando 21,1 mil. Contudo, das 2,6 mil mortes, 1,3 mil foram em municípios do Interior.
Se comparado a 2014, houve aumento nas ocorrências no Ceará. Foi o último crescimento registrado. Em 2014, 29 mil pessoas se envolveram em acidentes. Para o balanço relativo a 2016, a perspectiva é de que haja redução nos gastos demandados para assistência, já que houve 27,9 mil casos no ano passado.
Brasil
No País, o número total de ocorrências caiu 12% em 2015, passando de 43,7 mil para 38,6 mil. A redução rendeu aos cofres públicos R$ 4 bilhões a mais, para serem investidos em outras necessidades da população. Ainda assim, foram R$ 52,2 bilhões desembolsados para os acidentados naquele ano. Desse montante, São Paulo foi o que mais teve custos, com R$ 8,1 bilhões gastos, seguido de Minas Gerais, com R$ 5,3 bilhões. Já o governo paranaense tirou R$ 3,6 bilhões do orçamento para atender as vítimas.
Levando em conta o custo per capita, a população do Piauí e de Tocantins tiveram os maiores gastos médios. Cada cidadão pagou R$ 500 para o atendimento.
Procurados pelo O POVO, o Instituto Doutor José Frota (IJF) e o Detran-CE informaram que só teriam disponibilidade para conceder entrevista hoje.
