| Fotos: Leandro Freire (Ascom Aesp) |
Na manhã dessa sexta-feira (07), os alunos da 1ª turma do Curso de Formação Profissional para Carreira de Praças da Polícia Militar do Ceará (CFPCP/PM), em formação na Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará (Aesp/CE) participaram de uma simulação de atendimento em um local de crime.
A demonstração foi coordenada pelo professor Leandro Morais, que é perito criminal lotado na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e contou com a simulação de dois casos fictícios. O primeiro exercício simulava um crime de homicídio na rua. Na cena seguinte, os soldados eram chamados para uma ocorrência de achado de cadáver em veículo. Todos os alunos participaram da encenação e cada um representava um personagem - policiais militares, imprensa, familiares, populares e as vítimas do crime. Enquanto eles simulam cada ocorrência, o professor repassa os procedimentos corretos e analisa a atuação de cada um deles.
Segundo Leandro os vestígios encontrados no cenário de um crime são provas materiais fundamentais e podem ser determinantes para a elucidação de um caso, por isso é essencial que todos os agentes de segurança passem por esse tipo de treinamento e trabalhem de forma integrada. “É importante que os alunos sintam o que geralmente acontece na rua, porque logo eles estarão fazendo a segurança da população e o primeiro agente do Estado que chega ao local do crime é o policial militar e ele tem que manter aquele local o mais preservado possível”, explicou o perito.
A demonstração foi coordenada pelo professor Leandro Morais, que é perito criminal lotado na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e contou com a simulação de dois casos fictícios. O primeiro exercício simulava um crime de homicídio na rua. Na cena seguinte, os soldados eram chamados para uma ocorrência de achado de cadáver em veículo. Todos os alunos participaram da encenação e cada um representava um personagem - policiais militares, imprensa, familiares, populares e as vítimas do crime. Enquanto eles simulam cada ocorrência, o professor repassa os procedimentos corretos e analisa a atuação de cada um deles.
Segundo Leandro os vestígios encontrados no cenário de um crime são provas materiais fundamentais e podem ser determinantes para a elucidação de um caso, por isso é essencial que todos os agentes de segurança passem por esse tipo de treinamento e trabalhem de forma integrada. “É importante que os alunos sintam o que geralmente acontece na rua, porque logo eles estarão fazendo a segurança da população e o primeiro agente do Estado que chega ao local do crime é o policial militar e ele tem que manter aquele local o mais preservado possível”, explicou o perito.
Para o aluno Herrison Bandeira, do grupo 14, a aula prática estimula a massificação dos conteúdos vistos em sala de aula e prepara o novo soldado para a realidade. “O policial deve sair daqui, já sabendo como deve proceder nestes momentos e saber agir, quando chegar a um local de crime real”, pontuou.
O treinamento de abordagem faz parte da disciplina de Isolamento e preservação do local do crime e sinistro, que tem uma carga horária de 18 horas/ aulas e será ministrada até o mês de julho.
O treinamento de abordagem faz parte da disciplina de Isolamento e preservação do local do crime e sinistro, que tem uma carga horária de 18 horas/ aulas e será ministrada até o mês de julho.