
A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), através da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), apresentou na manhã desta segunda-feira (28) detalhes da operação realizada no último domingo (27) que resultou na prisão de quatro homens e na apreensão de arsenal bélico similar ao utilizado em cenário de guerra. Dois dos homens presos constavam na lista dos mais procurados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Conforme o delegado titular da DRF, Raphael Vilarinho, o grupo agia atacando instituições financeiras no interior do Ceará e em outros Estados do Nordeste.
Foram presos José Silvino Vieira Sales, Welligton Matias de Moura, o ´Pequeno´, Francisco Cid-Rei Vieira Coutinho e José Marcos Gomes de Carvalho. Os dois primeiros constavam na lista dos mais procurados, sendo Silvino considerado o chefe da quadrilha. Wellington é foragido da Justiça, tendo escapado da prisão em 2014.
Com o grupo foram apreendidos três carros, sendo dois roubados e com placas clonadas; dois fuzis AK-47, de calibre 762; um fuzil calibre 556 americano; uma escopeta calibre 12; além de oito coletes balísticos, balaclavas, roupas camufladas, luvas e jacarés, isto é, barras de ferro com pregos, que são abandonadas na estrada durante a fuga após as ações, para dificultar o trabalho da Polícia.
Conforme o delegado titular da DRF, Raphael Vilarinho, o grupo agia atacando instituições financeiras no interior do Ceará e em outros Estados do Nordeste.
Foram presos José Silvino Vieira Sales, Welligton Matias de Moura, o ´Pequeno´, Francisco Cid-Rei Vieira Coutinho e José Marcos Gomes de Carvalho. Os dois primeiros constavam na lista dos mais procurados, sendo Silvino considerado o chefe da quadrilha. Wellington é foragido da Justiça, tendo escapado da prisão em 2014.
Com o grupo foram apreendidos três carros, sendo dois roubados e com placas clonadas; dois fuzis AK-47, de calibre 762; um fuzil calibre 556 americano; uma escopeta calibre 12; além de oito coletes balísticos, balaclavas, roupas camufladas, luvas e jacarés, isto é, barras de ferro com pregos, que são abandonadas na estrada durante a fuga após as ações, para dificultar o trabalho da Polícia.
Fonte Diário do Nordeste