domingo, 21 de junho de 2015

Calazar: População de Várzea Alegre não ajuda no combate à doença

A cidade de Várzea Alegre vem enfrentando um surto de calazar. Dos casos registrados, o mais grave aconteceu em outubro de 2014, quando uma criança de pouco mais de um ano de idade morreu, desencadeando manifestações e ações de combate à doença.Segundo informações do setor da saúde municipal, de lá para cá, o combate ao calazar não parou. Mesmo assim, o problema persiste com foco em vários locais. Segundo os Agentes de Endemias, Antônio Vitor e Aroldo Araújo, que trabalham sob a supervisão de José da Costa, o trabalho de borrifação nas áreas com registros de calazar é feito de quatro em quatro meses, bem como o teste DPP para identificação de Leishmaniose Visceral Canina. O Agente de Endemia, Antônio Vitor, disse que, embora a gravidade da doença e com a secretaria municipal de Saúde disponibilizando as condições necessárias ao seu combate, muitos moradores se mostram resistentes aos trabalhos quando não aceitam a borrifação das residências, alegando que o material químico destinado a eliminar focos do calazar sujam as casas e causam desconforto devido ao cheiro forte. “Nestas áreas de risco para a doença, mais de 100 residências ficaram sem proteção devido às resistências dos moradores” – disse.Mapa da Calazar em Várzea Alegre:

Zona Rural

Sítio Santa Rosa dos Ferreira – Distrito de Riacho Verde (1 caso);

Sítio Serrote – Sede Rural (1 caso);

Zona Urbana

Bairro Alto do Tenente (1 caso);

Bairro Alto da Prefeitura (1 caso);

Bairro Juremal (1 caso);

Bairro Grossos (1 caso);

Bairro Varjota (1 caso);

Bairro Riachinho (3 casos).


Fonte VárzeaAlegre.com