quarta-feira, 29 de abril de 2026

Banco genético fortalece investigações e ajuda Ceará a liderar identificação de desaparecidos no Brasil

Foto Kid Júnior.
Digitais, saliva, sêmen, traços de sangue e roupas manchadas são algumas amostras que ajudam a solucionar uma série de crimes, além de encontrar pessoas desaparecidas, por meio do DNA. 

No Ceará, a coleta desses vestígios serve para laudos periciais e vai direto também para o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), onde já foram inseridos até 1º de março deste ano 18.425 perfis. 

O banco reúne informações de 22 estados e do Distrito Federal, parte da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG).

Nesse último foi sábado (25), foi celebrado o Dia do DNA, em referência ao dia em que, em 1953, os cientistas Francis Crick e James Watson publicaram um artigo na revista Nature, descrevendo a estrutura de dupla hélice do ácido desoxirribonucleico, o que conhecemos atualmente como DNA.

O DNA é uma molécula presente em todos os seres vivos e encontrada em estruturas celulares obtidas por fragmentos mínimos do corpo. Essas amostras na Perícia Forense servem como ferramenta crucial no uso da genética no trabalho pericial em campo e em laboratórios.

Pensando em incrementar os bancos genéticos e educar servidores, entre os dias 14 e 24 de abril, a Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará (Aesp/CE), em conjunto com a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), ministrou, em Fortaleza, o Curso de Genética Forense Básica e Aplicada para agentes de segurança

Com informações do Diário do Nordeste