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| Foto Marcelo Andrade/IFCE. |
“Nem água e nem dinheiro, fiquei só com a dívida”. É assim que o agricultor Sidrônio Moreira, de 63 anos, descreve a situação atual.
O que começou com o sonho de encontrar água no terreno onde reside, na zona rural de Tabuleiro do Norte, se transformou num prejuízo mensal superior a R$ 2 mil, somado a uma dívida de R$ 25 mil decorrente de empréstimos.
A história é contada pelo próprio agricultor e os filhos, Sidnei e Saullo Moreira, de 35 e 33 anos.
Conforme relata a família, a perda da renda ocorreu após seu Sidrônio perfurar dois poços artesianos em busca de recursos para irrigar a plantação e alimentar os animais do Sítio Santo Estevão, a cerca de 35 km do centro do município.
No entanto, em novembro de 2024, veio a surpresa: em vez de água, do chão brotou um líquido escuro e de odor semelhante a óleo e asfalto fresco.
De acordo com Sidnei, a família está sem plantar desde a descoberta, devido à proximidade dos campos aos poços e à falta de água.
Com informações do Diário do Nordeste.
