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| Foto Divulgação |
Está prestes a chegar a Feira da Indústria Fiec, a grande exposição que a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) promoverá nos dias 9 e 10 do próximo mês de março, no Centro de Eventos, com o objetivo único de mostrar aos cearenses o que produz o seu setor industrial, que tem cerca de 19 mil pequenas, médias e grandes empresas, as quais oferecem emprego direto e formal, isto é, com Carteira assinada, a uma multidão aproximada de 370 mil pessoas. Para que o leitor tenha uma exata ideia do que será essa feira, basta dizer que ela ocupará todos os espaços dos dois pavilhões do Centro de Eventos do Ceará – o Leste e o Oeste.
Os 40 sindicatos da indústria filiados à Fiec estão mobilizados para fazer da primeira edição da feira um acontecimento histórico: será a primeira vez que todos os segmentos da indústria cearense estarão reunidos num único e exclusivo espaço. Parece haver uma saudável competição entre os sindicatos, cada um desejando mostrar o que o seu segmento produz e vende para o mercado interno brasileiro e para o mercado externo.
O presidente do Sindicato da Indústria de Lacticínios, José Antunes, não esconde o seu entusiasmo com a Feira da Indústria Fiec 2026. Ele disse à coluna o seguinte:
“Todas as empresas filiadas ao Sindlacticínios uniram-se para tornar o nosso estande um espaço de atração dos que beneficiam o leite na geografia cearense. Somos um setor que tem crescido e, mais do que isso, investido na tecnologia e na inovação para entregar aos nossos consumidores os melhores e mais saborosos produtos. Posso dizer que, como consequência desse investimento, que não é pequeno, o setor de lácteos do Ceará está a produzir, por exemplo, queijos finos de qualidade semelhante aos da Europa, e isto é fruto da tecnologia e da inovação, além de resultado do esforço dos nossos industriais que viajam, participam de feiras e exposições no mundo todo e se mantêm em dia com o que há de mais atual na nossa atividade.”
Para além dos seus sindicatos, a Fiec terá na Feira da Indústria a maciça presença de estandes das grandes empresas cearenses, como as dos grupos Edson Queiroz, M. Dias Branco, Aço Cearense, ArcelorMittal, Samaria, Marquise, BSpar, Colmeia, Dias de Sousa, Cemaq, Mota Machado, J. Macedo, Cerbras, Usibras, Tijuca Alimentos, Cimento Apodi, Vicunha e dezenas de outras.
“Essa feira, que nasceu da mente criativa do presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, colocará em movimento a indústria cearense, que com ela se aproximará do consumidor cearense, ainda pouco informado do que produz o seu setor industrial. No nosso estande, vamos apresentar o que fazemos, como fazemos e para quem fazemos”, como disse à coluna o empresário Marden Vasconcelos, sócio e diretor comercial da Tijuca Alimentos.
Agora, atentem para a última novidade sobre a Feira da Indústria Fiec, que é a seguinte, conforme comunicado que enviou a esta coluna a assessoria de imprensa da Fiec:
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e a Casa dos Ventos (fundada e controlada pelo cearense Mário Araripe) firmaram compromisso para neutralizar o impacto energético da Feira da Indústria, utilizando I-RECs para certificar que todo o consumo do evento seja proveniente de fontes renováveis, além da compensação de emissões de carbono do evento.
A Feira terá foco na promoção de rodadas de negócios, inovação e desenvolvimento sustentável.
O compromisso prevê a certificação da energia utilizada durante os doias da Feira por meio do I-REC (International Renewable Energy Certificate), sistema internacional que comprova a origem renovável da energia elétrica consumida. O mecanismo assegura que, para cada volume de energia utilizado durante o evento, quantidade equivalente seja gerada a partir de fontes renováveis, como eólica ou solar.
Ricardo Cavalcante, presidente da Fiec e coordenador da Feira, revela que todos os estandes do evento foram comercializados, o que revela o alto interesse que ela desperta junto ao empresariado da indústria do Ceará.
Com informações do Diário do Nordeste .
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