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| Foto Agência Senado |
Um elemento novo para o momento de pré-campanha nacional poderá interferir na montagem das chapas para a disputa ao governo do estado em 2026. Uma articulação nacional do Partido Liberal (PL) indica querer reposicionar prioridades e pode gerar problemas inesperados para a montagem das chapas de oposição, em especial a que pretende ter Ciro Gomes como candidato ao governo pelo PSDB.
O movimento foi revelado pelo jornal O Globo: o PL quer incentivar candidaturas próprias nos estados brasileiros, os chamados palanques puro-sangue, alinhados ao número 22. O objetivo é duplo: fortalecer o discurso nacional do bolsonarismo e ampliar bancadas no Senado e na Câmara dos Deputados, puxadas pela legenda do PL.
Estratégia começa no Sudeste
Em estados-chave, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o comando bolsonarista no PL está articulando deixar alianças em segundo plano para fortalecer o palanque nacional liberal, mesmo que isso possa gerar um isolamento político. O recado é claro: a lógica nacional passa a se sobrepor aos acordos regionais.
É nesse ponto que o Ceará entra no radar.
Hoje, a oposição cearense opera com dois nomes colocados: Ciro Gomes, pelo PSDB, e o senador Eduardo Girão, pelo Novo.
Ciro, neste momento, aparece como o nome mais robusto do campo oposicionista. Seu grupo disputa com o governo a atração da federação formada por União Brasil e Progressistas, em busca do maior tempo de propaganda em rádio e tv.
Com informações do Diário do Nordeste.
