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| Foto AFP |
O anúncio foi feito pelo secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Correia, durante entrevista à CNN Brasil na tarde de terça-feira, 28.
À reportagem, o profissional explicou que foram negociados três toneladas da vacina. A segunda remessa chegará entre dezembro deste ano e janeiro do próximo e terá o mesmo número de aplicações da primeira, já a terceira e última deve vir com 70 milhões de doses e ser aplicada entre março e abril de 2020.
Para que a campanha de vacinação comece, no entanto, Arnaldo afirmou que os testes e estudos sobre a eficácia da vacina precisam ser aprovados até dezembro, mês planejado para que ocorra as primeiras aplicações no País. Na última semana, resultados preliminares apontaram que a substância é segura e que induz a uma resposta imune do organismo.
Caso campanha ocorra como planejado, os primeiros grupos a receberem o medicamento serão "os idosos, pessoas com comorbidades e os profissionais da saúde". Antes dessa negociação, a pasta tinha fechado acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca para ter autonomia na produção da vacina.
Com informações do O Povo.
À reportagem, o profissional explicou que foram negociados três toneladas da vacina. A segunda remessa chegará entre dezembro deste ano e janeiro do próximo e terá o mesmo número de aplicações da primeira, já a terceira e última deve vir com 70 milhões de doses e ser aplicada entre março e abril de 2020.
Para que a campanha de vacinação comece, no entanto, Arnaldo afirmou que os testes e estudos sobre a eficácia da vacina precisam ser aprovados até dezembro, mês planejado para que ocorra as primeiras aplicações no País. Na última semana, resultados preliminares apontaram que a substância é segura e que induz a uma resposta imune do organismo.
Caso campanha ocorra como planejado, os primeiros grupos a receberem o medicamento serão "os idosos, pessoas com comorbidades e os profissionais da saúde". Antes dessa negociação, a pasta tinha fechado acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca para ter autonomia na produção da vacina.
Com informações do O Povo.
