Construtores que trabalham em obras do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) promoveram na manhã desta quarta-feira, 30, manifestação em frente à agência da Caixa Econômica Federal de Iguatu, no Centro da cidade. O objetivo do movimento é reivindicar o imediato retorno da liberação de financiamento para aquisição da casa própria do programa MCMV, que está suspenso desde dezembro passado.
Pedreiros, serventes, pintores, corretores de imóveis, imobiliárias, lojistas de material de construção, segmentos do mercado imobiliário e instituições como o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI), Conselho Regional de Engenharia (CREA) e Rotary participaram da mobilização.
Carlos Alberto de Oliveira Júnior, engenheiro e construtor, frisou que a ideia é cobrar da Caixa Econômica e do governo federal uma data para a volta do financiamento do programa MCMV. “Queremos que o representante da Caixa nos passe uma data limite, precisamos planejar e não podemos continuar sem saber quando o financiamento vai voltar”, pontuou. “A construção civil é o principal segmento econômico em nosso município”.
O construtor Kaoma Pereira foi enfático: “O setor está sofrendo paralisação, demitindo operários e se esse quadro perdurar por mais tempo vai trazer crise para o comércio local. O setor gera cerca de seis mil empregos. Temos de lutar, vamos abraçar nossa causa, fazer um movimento grande. Não podemos deixar a construção civil parar e vamos à luta”.
Dezenas de caçambas e caminhões de construtores e de empresas de construção civil participaram do evento, que reuniu construtores e operários. “O movimento poderia ter sido maior, mas é o início da nossa mobilização”, frisou Kaoma, que disse que iria buscar apoio de Sindicato da Construção Civil e de outras entidades de classe. A mobilização entregou um documento reivindicatório à gerência da Caixa Econômica em Iguatu.
A Associação dos Construtores do Centro-Sul do Ceará (ACCS) decidiu não aderir ao movimento por entender que a suspensão do crédito para o MCMV decorre de mudança de governo federal, extinção de ministério e atraso burocrático, além de aguardar posicionamento da Fenapec – Federação Nacional dos Pequenos Construtores, que está em Brasília buscando solução para o problema.
“Vamos à Brasília nos dias 12 e 13 de fevereiro e nos reuniremos com parlamentares que farão parte da frente parlamentar da construção civil. Preferimos gastar energias de forma direcionada e focando onde possa surtir algum efeito. Os canais de interlocução com as autoridades responsáveis estão abertos junto à FENAPEC”, explicou Marcone Pereira, presidente da ACCS.Com informações do Diário do Nordeste.
Pedreiros, serventes, pintores, corretores de imóveis, imobiliárias, lojistas de material de construção, segmentos do mercado imobiliário e instituições como o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI), Conselho Regional de Engenharia (CREA) e Rotary participaram da mobilização.
Carlos Alberto de Oliveira Júnior, engenheiro e construtor, frisou que a ideia é cobrar da Caixa Econômica e do governo federal uma data para a volta do financiamento do programa MCMV. “Queremos que o representante da Caixa nos passe uma data limite, precisamos planejar e não podemos continuar sem saber quando o financiamento vai voltar”, pontuou. “A construção civil é o principal segmento econômico em nosso município”.
O construtor Kaoma Pereira foi enfático: “O setor está sofrendo paralisação, demitindo operários e se esse quadro perdurar por mais tempo vai trazer crise para o comércio local. O setor gera cerca de seis mil empregos. Temos de lutar, vamos abraçar nossa causa, fazer um movimento grande. Não podemos deixar a construção civil parar e vamos à luta”.
Dezenas de caçambas e caminhões de construtores e de empresas de construção civil participaram do evento, que reuniu construtores e operários. “O movimento poderia ter sido maior, mas é o início da nossa mobilização”, frisou Kaoma, que disse que iria buscar apoio de Sindicato da Construção Civil e de outras entidades de classe. A mobilização entregou um documento reivindicatório à gerência da Caixa Econômica em Iguatu.
A Associação dos Construtores do Centro-Sul do Ceará (ACCS) decidiu não aderir ao movimento por entender que a suspensão do crédito para o MCMV decorre de mudança de governo federal, extinção de ministério e atraso burocrático, além de aguardar posicionamento da Fenapec – Federação Nacional dos Pequenos Construtores, que está em Brasília buscando solução para o problema.
“Vamos à Brasília nos dias 12 e 13 de fevereiro e nos reuniremos com parlamentares que farão parte da frente parlamentar da construção civil. Preferimos gastar energias de forma direcionada e focando onde possa surtir algum efeito. Os canais de interlocução com as autoridades responsáveis estão abertos junto à FENAPEC”, explicou Marcone Pereira, presidente da ACCS.Com informações do Diário do Nordeste.
