
Única vítima de acidente com ultraleve na manhã desta segunda-feira, 15, em Aquiraz, Davi Freitas, 60 anos, passa por cirurgia no Instituto Doutor José Frota (IJF). De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, a cirurgia ainda ocorria por volta das 15h40min, com quadro de saúde estável da vítima. Sem necessidade de passar por perícia, a aeronave foi liberada pela Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) por volta de meio dia. A informação é do O Povo.
Davi Freitas teve fratura externa em uma das pernas e fratura interna na outra, além de ferimentos no rosto. Ele foi levado consciente em aeronave com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel da Ciopaer. O ultraleve sobrevoava um terreno nas margens da Lagoa do Catu onde perdeu o controle e caiu em um terreno de difícil acesso, na localidade de Piau. Moradores relataram que a aeronave ficou presa em um cajueiro antes de cair no chão.
Davi Freitas teve fratura externa em uma das pernas e fratura interna na outra, além de ferimentos no rosto. Ele foi levado consciente em aeronave com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel da Ciopaer. O ultraleve sobrevoava um terreno nas margens da Lagoa do Catu onde perdeu o controle e caiu em um terreno de difícil acesso, na localidade de Piau. Moradores relataram que a aeronave ficou presa em um cajueiro antes de cair no chão.
De acordo com o assessor da Ciopaer, Marcus Costa, o acidente foi informado por volta das 10h50min. "Rapidamente efetuamos o primeiro atendimento com a equipe terrestre do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a vítima foi retirada da aeronave, imobilizada e conduzida ao IJF", afirmou.
Um funcionário do Clube de Aviação Catuleve, localizado na Estrada da Riviera, em Aquiraz, afirmou que o voo teria saído do aeródromo, pouco depois das 9 horas. "Pela regra, as pessoas precisam ser cadastradas no aeródromo", disse Marcus Costa. "Um dos pilotos que estava na aeronave da Ciopaer que fez o resgate e é especialista em acidente aeronáutico relatou que houve alguma perda de controle, o que fez com que o ultraleve viesse a se chocar contra a árvore".
"Tecnicamente, a aeronave não é um avião. Está na categoria experimental, sendo operada por conta e risco do piloto", explica. "É uma aeronave de recreio. Não está homologada para voo comercial, por isso a investigação é mais simples, facultativa, e não passa por perícia". contou Costa. Conforme a Ciopaer, o Código Brasileiro de Aeronáutica prevê que cabe ao proprietário ou operador a retirada do equipamento.
Ainda segundo o assessor da Ciopaer, a aeronave não seria de Davi Freitas. Moradores que estiveram no local momentos após o acidente afirmam que a vítima contou que seria um potencial comprador.
A dona de casa Ana Sena, 24 anos, ouviu o barulho forte por volta das 9h30min. "Joguei tudo que eu tinha nas mãos, umas roupas, no chão e saí correndo. Já tinha uns homens que cuidam de uma horta aqui perto socorrendo", relata.
A moradora Lucilene Beata, 35 anos, disse que a vítima contou com a ajuda de uma técnica de enfermagem que também mora na localidade do Piau. "Ela chegou e começou a conversar com ele, mandando ele ficar acordado. Ele reclamava muito de dor. Falava que achava que não aguentaria".
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o piloto estaria realizando testes no equipamento de prefixo PU-HCJ quando o acidente ocorreu. O comunicado ainda diz que houve um princípio de incêndio no equipamento, mas foi rapidamente controlado.
Um funcionário do Clube de Aviação Catuleve, localizado na Estrada da Riviera, em Aquiraz, afirmou que o voo teria saído do aeródromo, pouco depois das 9 horas. "Pela regra, as pessoas precisam ser cadastradas no aeródromo", disse Marcus Costa. "Um dos pilotos que estava na aeronave da Ciopaer que fez o resgate e é especialista em acidente aeronáutico relatou que houve alguma perda de controle, o que fez com que o ultraleve viesse a se chocar contra a árvore".
"Tecnicamente, a aeronave não é um avião. Está na categoria experimental, sendo operada por conta e risco do piloto", explica. "É uma aeronave de recreio. Não está homologada para voo comercial, por isso a investigação é mais simples, facultativa, e não passa por perícia". contou Costa. Conforme a Ciopaer, o Código Brasileiro de Aeronáutica prevê que cabe ao proprietário ou operador a retirada do equipamento.
Ainda segundo o assessor da Ciopaer, a aeronave não seria de Davi Freitas. Moradores que estiveram no local momentos após o acidente afirmam que a vítima contou que seria um potencial comprador.
A dona de casa Ana Sena, 24 anos, ouviu o barulho forte por volta das 9h30min. "Joguei tudo que eu tinha nas mãos, umas roupas, no chão e saí correndo. Já tinha uns homens que cuidam de uma horta aqui perto socorrendo", relata.
A moradora Lucilene Beata, 35 anos, disse que a vítima contou com a ajuda de uma técnica de enfermagem que também mora na localidade do Piau. "Ela chegou e começou a conversar com ele, mandando ele ficar acordado. Ele reclamava muito de dor. Falava que achava que não aguentaria".
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o piloto estaria realizando testes no equipamento de prefixo PU-HCJ quando o acidente ocorreu. O comunicado ainda diz que houve um princípio de incêndio no equipamento, mas foi rapidamente controlado.