As declarações do governador Camilo Santana após a chacina das Cajazeiras seguem repercutindo nacionalmente. Depois de o ministro da Justiça, Torquato Jardim, declarar que “governos não pedem apoio federal por questão política”. Agora foi a vez do ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun, rebater as críticas. A informação é do Tribuna do Ceará.
“Nós lamentamos muito, mas entendemos que é uma questão de segurança pública mais focada neste momento no Estado do Ceará […] Transferir isso para o governo federal é um absurdo, então, com todo o respeito, quem não tem competência, que não se estabeleça“, declarou.
A resposta é resultado da declaração de Camilo Santana, feita no domingo (28). O governador havia afirmado que o Governo Federal precisa ser firme no combate ao crime organizado. “Estamos pagando um preço muito caro. O Governo Federal tem que cumprir o seu papel. Não produzimos armas pesadas no Ceará, nem no Brasil. Não produzimos drogas no Ceará”, disse o governador.
Ainda para o ministro Carlos Marun, a situação do estado não é de calamidade pública e a ajuda do governo federal não pode ser utilizada em qualquer tipo de crime.
“A União tem participado de ações quando existe um descontrole. Não entendemos que neste momento isso esteja acontecendo no Estado do Ceará. […] Nós entendemos que o Ceará tem condições apoiado pelo governo federal, mas não com uma ação direta do governo federal. […] Senão, a cada momento acontece um crime bárbaro como esse e chama o Exército, Marinha, Aeronáutica. Não é o caso”, revela Marun.
“Nós lamentamos muito, mas entendemos que é uma questão de segurança pública mais focada neste momento no Estado do Ceará […] Transferir isso para o governo federal é um absurdo, então, com todo o respeito, quem não tem competência, que não se estabeleça“, declarou.
A resposta é resultado da declaração de Camilo Santana, feita no domingo (28). O governador havia afirmado que o Governo Federal precisa ser firme no combate ao crime organizado. “Estamos pagando um preço muito caro. O Governo Federal tem que cumprir o seu papel. Não produzimos armas pesadas no Ceará, nem no Brasil. Não produzimos drogas no Ceará”, disse o governador.
Ainda para o ministro Carlos Marun, a situação do estado não é de calamidade pública e a ajuda do governo federal não pode ser utilizada em qualquer tipo de crime.
“A União tem participado de ações quando existe um descontrole. Não entendemos que neste momento isso esteja acontecendo no Estado do Ceará. […] Nós entendemos que o Ceará tem condições apoiado pelo governo federal, mas não com uma ação direta do governo federal. […] Senão, a cada momento acontece um crime bárbaro como esse e chama o Exército, Marinha, Aeronáutica. Não é o caso”, revela Marun.
