Milhares de operários de braços cruzados nas portas das fábricas de calçados, foi o início das manifestações da greve geral convocada pelas centrais sindicais realizada nesta última sexta-feira (28),em Quixeramobim, onde está concentrado o maior polo industrial do Sertão Central. Organizadores do movimento informaram que os trabalhadores retornaram ao trabalho no segundo turno, logo após o meio-dia. A manifestação começou às 6 horas.
Cerca de uma hora depois a multidão se concentrou em frente ao prédio do INSS, onde a cada instante se ouvia gritos de ordem “Fora Temer“. Em seguida, aproximadamente três mil pessoas, entre trabalhadores rurais, servidores públicos, aposentados e até crianças, seguidas por uma carreata de buzinaço de motocicletas percorreram as principais ruas da cidade em apoio ao movimento nacional.
Membros de entidades participantes da paralisação, como o representante do Movimento dos Trabalhadores Cristãos (MTC), José Garcia de Oliveira, informaram que a manifestação contou com o apoio de mais de 10 mil pessoas, na maioria trabalhadores. Foi a forma de demonstrarem que não estão satisfeitos com o aumento no desconto previdenciário e nem com as mudanças na leis trabalhistas e na aposentadoria.
O manifestação em Quixeramobim foi pacífica. Mesmo assim alguns comerciantes ficaram apreensivos quando viram a multidão se aproximando das portas dos seus estabelecimentos e baixaram as portas.
Cerca de uma hora depois a multidão se concentrou em frente ao prédio do INSS, onde a cada instante se ouvia gritos de ordem “Fora Temer“. Em seguida, aproximadamente três mil pessoas, entre trabalhadores rurais, servidores públicos, aposentados e até crianças, seguidas por uma carreata de buzinaço de motocicletas percorreram as principais ruas da cidade em apoio ao movimento nacional.
Membros de entidades participantes da paralisação, como o representante do Movimento dos Trabalhadores Cristãos (MTC), José Garcia de Oliveira, informaram que a manifestação contou com o apoio de mais de 10 mil pessoas, na maioria trabalhadores. Foi a forma de demonstrarem que não estão satisfeitos com o aumento no desconto previdenciário e nem com as mudanças na leis trabalhistas e na aposentadoria.
O manifestação em Quixeramobim foi pacífica. Mesmo assim alguns comerciantes ficaram apreensivos quando viram a multidão se aproximando das portas dos seus estabelecimentos e baixaram as portas.
Fonte Diário do Nordeste