Segundo Camilo, a presença do exército no Ceará é importante para “restabelecer a normalidade” no Estado enquanto veículos e equipamentos ainda estão sendo recuperados. O governador se pronunciou sobre o assunto nessa última segunda-feira (2), durante entrevista coletiva.
Após 13 dias de paralisação da Polícia Militar (PM), comissão e militares chegaram a acordo e encerram motim. O acerto não prevê anistia, mas a revisão de cada caso, com aplicação rigorosa do devido processo legal e sanções aplicadas aos soldados que participaram do movimento.
Com informações do Ceará Agora.
